População deve reforçar hábitos de higiene e ter atenção especial com crianças e idosos. Alerta também enfoca os riscos de tomar remédio por conta própria e a necessidade de procurar um serviço de saúde ao surgirem sintomas
Com a chegada do inverno, entre junho e setembro, é preciso estar atento. Esta é a época mais fria do ano, e é comum o aumento de doenças respiratórias transmissíveis como gripe e, resfriado. Cuidados simples podem evitar doenças graves.
A grande vilã do inverno é a gripe. Desde o início de junho o número de casos tem aumentado pelo país, como ocorre em todos os anos. Os Sintomas como febre, tosse e nariz entupido já são conhecidos.
Mesmo a doença sendo comum, o médico deve ser consultado para o tratamento correto. A automedicação é prejudicial independente da gravidade da doença. Já que tomar remédios por conta própria pode mascarar sintomas e até contribuir para o agravamento da doença.
Idosos, pessoas com diabetes, hipertensão, baixa imunidade ou que sofreram transplante merecem atenção especial. Crianças de 6 meses a menores de 5 anos também devem ter o mesmo cuidado. Estes são considerados os grupos de maior risco de terem complicações com a doença.
A gripe se espalha através das pessoas contaminadas. Elas expelem pequenas gotas de saliva através da fala, da tosse e do espirro. Quem tiver contato com esta saliva, tem grandes chances de ficar gripado. Outra forma de contágio é quando alguém coloca a mão em algum objeto com estas gotas de saliva.
Resfriado é diferente de gripe. Embora parecidos com o da gripe, os sintomas do resfriado são mais brandos e duram menos tempo. No resfriado, a febre é menos comum e, quando aparece, é baixa (até 37 graus).
Higiene - Coisas bem simples ajudam muito na prevenção. Lavar as mãos regularmente com água e sabão ou álcool gel 70% é um grande exemplo. A preocupação com o hábito de lavar as mãos já é rotina entre profissionais de saúde, e se difundiu mais na população depois da epidemia de gripe H1N1 no ano passado. Mas este procedimento simples pode evitar também outras doenças, como o resfriado.
Fonte: http://portal.saude.gov.br/portal/aplicacoes/noticias/default.cfm?pg=dspDetalheNoticia&id_area=124&CO_NOTICIA=11528
Quem sou eu
- Doutor Alexandre Vianna - Doutor Favela
- Belo Horizonte, Brasil/Minas Gerais, Brazil
- Brasileiro, Casado, Médico graduado pela Faculdade de Medicina da UFMG. Área de trabalho: Psiquiatria e Neuropsiquiatria. Secretário da Sociedade de Neuropsiquiatria de Minas Gerais. Acadêmico do 5º ano de Direito. Autor de trabalhos científicos e capítulos publicados em livros especializados. Vice-Presidente da OSCIP CRAV (Centro de Recuperação Árvore Viva). Trabalho na área de psiquiatria de diversas instituições de recuperação de dependentes químicos. Apresentador licenciado do Programa de Rádio - Medicina/Saúde em Ação (Doutor Favela - Onde não houver saúde, vamos armar um barraco), na Rádio Favela FM - 106,7, onde debato e reivindico melhorias na saúde e política da nossa região. Realizo trabalhos sociais em aglomerados e vilas da nossa Capital e região, através de palestras para esclarecer a população sobre sua saúde e seus direitos.
Aos meus ouvintes,
Chegou a hora de sermos corajosos e lutarmos, acreditando que podemos mudar.
Chegou a hora de termos esperança e confiança em nosso futuro.
Não podemos e nem devemos deixar de exercer nossa cidadania.
Na Radio Favela luto em favor da justiça social, exigindo do Estado o cumprimento de sua função para com os cidadãos, garantindo seus direitos e saúde.
Tenho um compromisso moral com todos vocês, pelo qual me comprometo e responderei. Não vou descançar na luta pelos nossos direitos constitucionais (saúde, trabalho, moradia e dignidade entre outros).
Reflexão
"Seja a mudança que você deseja ver no mundo."
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Doutor Alexandre Vianna - Área de pesquisa: Programa Lar dos Idosos - Faculdade de Medicina da UFMG
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